sexta-feira, 11 de março de 2011

O Estado e o transporte fluvial



O Brasil não pode ser tão dependente da rodovia. É preciso priorizar o transporte hidroviário e ferroviário. Em termos de hidrovia, no Rio Grande do Sul, possuímos a rica bacia hidrográfica que tem o Guaíba e a Lagoa dos Patos como desaguadouros e se comunica diretamente com o Porto de Rio Grande.

O menor consumo de combustíveis e o menor custo de mão de obra por tonelada transportada são as grandes vantagens do transporte fluvial. Um comboio fluvial de 10 mil toneladas necessita de 12 homens em sua tripulação. Se a mesma carga fosse deslocada por transporte rodoviário, seriam necessários 278 caminhões com seus respectivos motoristas.

Ademais, o Banco Interamericano de Desenvolvimento dimensiona, com base na deficiência da nossa infraestrutura, que, se o custo de acesso e de operação dos portos diminuísse 10%, as exportações aumentariam em torno de 40%, driblando até mesmo as tarifas protecionistas.

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