sexta-feira, 18 de março de 2011

Leis antifumo: bons exemplos



Casos bem sucedidos de legislações antifumo crescem a cada dia. Vejam Nova York, que além de proibir o tabaco em bares e restaurantes, aprovou lei que veta o fumo em parques e praias. Ou Honduras, que instituiu lei barrando o fumo em locais fechados públicos e particulares – e em locais abertos, se houver um não fumantes a uma distância mínima de dois metros. Ademais, países como Espanha, França, Inglaterra, Escócia, Irlanda, Canadá, Nova Zelândia, Itália, Alemanha e Uruguai, assim como inúmeros estados e cidades norte-americanos e Buenos Aires, na Argentina, têm leis antifumo.


No Brasil, diversos estados, capitais e municípios também estão seguindo a tendência mundial e criando legislações mais retritivas as cigarro. No Estado de São Paulo, lei de 2009 já proíbe o tabaco em locais fechados de uso coletivo. E, segundo balanço da Secretaria Estadual de Saúde paulista, feito quando a medida completou um ano, o percentual de adesão dos estabelecimentos era de 99,7%. Agora, um projeto de lei propõe a proibição de consumo de cigarros ou qualquer outro produto que produza fumaça nas praias, parques, praças e locais públicos destinados ao lazer ou práticas esportivas do Estado.

O cigarro provoca um prejuízo anual de pelo menos R$ 338 milhões para o sistema público de saúde. O fumo é a maior fonte de poluição em ambientes fechados do mundo moderno, e o tabagismo passivo é a terceira causa evitável de mortes no mundo.

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