sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Resíduo eletrônico: para onde deve ir?




Em nossa sociedade de consumo e constante avanço tecnológico, a obsolescência dos produtos faz com que a compra e o descarte se deem de forma cada vez mais veloz. Em um único dia, uma feira de coleta de resíduo eletrônico em Porto Alegre arrecadou mais de 14 toneladas de monitores, estabilizadores, peças de HD, impressoras, CPUs, toners, scanners e demais equipamentos.

Mas onde o cidadão deve depositar seu resíduo eletrônico? Esses produtos contêm metais pesados e outros elementos tóxicos, e caso sejam descartados junto à coleta doméstica ou seletiva, certamente irão contaminar o meio ambiente.

Uma das alternativas é doar os equipamentos para instituições que desenvolvem projetos de inclusão digital ou para empresas que realizam a reciclagem dos materiais. E agora, com a sanção da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) - Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, regulamentada pelo Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010 -, que tramitou por 20 anos no Congresso Nacional, o consumidor poderá devolver o produto obsoleto no local da compra, em um processo chamado de logística reversa.

LOGÍSTICA REVERSA

A PNRS determina, entre outras medidas, que os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de lixo eletrônico e demais resíduos perigosos devem estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante o retorno do produto após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana. Isto é: o comprador deverá devolver os resíduos defasados ao setor empresarial para reaproveitamento ou outra destinação final adequada.

[Continue lendo no site]

Nenhum comentário:

Postar um comentário